A reflexão sobre a criatividade e originalidade na era da inteligência artificial generativa, convida-nos a revisitar algumas das principais discussões da teoria da arte no século XX.
A reflexão sobre a criatividade e originalidade na era da inteligência artificial generativa, convida-nos a revisitar algumas das principais discussões da teoria da arte no século XX.
Há uma cena que se repete com inquietante frequência em qualquer agência. O cliente entra numa reunião, abre o portátil, aponta para o site de um concorrente e diz: "Queremos um assim, mas melhor." Ou, em variantes igualmente populares para sites já no ar: "Queremos mudar a cor, está a ficar antigo", "Vamos acrescentar um botão aqui", "Vamos tirar esta página".
Se perguntarmos a qualquer designer gráfico, qual a sua ferramenta de trabalho de eleição, a probabilidade de responderem que é o Claude é praticamente nula.
Correndo o risco de cair num lugar comum, parece-me evidente que vivemos numa era em que tudo compete por atenção. Tem-se tornado cada vez mais desafiante distinguir o que realmente merece ser ouvido num universo em que todos parecem ter uma plataforma e um megafone.
Só há uma forma de fechar o ano no blog da Softway: escrever sobre aquilo que verdadeiramente transformou a forma como criamos, pensamos e entregamos valor todos os dias. O tema que mais impacto trouxe ao nosso trabalho, que marcou as nossas conversas internas, influenciou propostas e reconfigurou expectativas, tanto nossas como dos nossos clientes.
Desenvolver um bom website começa muito antes de escrever a primeira linha de código ou escolher o design ideal. O primeiro passo é o briefing - o momento em que se reúnem todas as informações essenciais sobre o projeto.
A experiência do utilizador é moldada pela forma como cada elemento visual, cada interação e cada decisão de design influenciam a perceção e compreensão da interface. As interfaces gráficas não se limitam a executar tarefas e/ou funções operativas, sendo o meio para os utilizadores explorarem, processarem e assimilarem informação através de processos cognitivos e emocionais (Van Gorp & Adams, 2012).
Eis a (grande) questão! Num mundo cada vez mais digital, ter um site deixou de ser propriamente uma opção e passou a ser uma necessidade.
As férias são uma enorme oportunidade para redescobrir o equilíbrio entre o mundo digital e o real. Num cenário cada vez mais interligado, é curioso observar como os hábitos digitais moldam a experiência das férias. Este artigo explora esses hábitos e reflete sobre a nossa própria pausa digital: o nosso blog vai de férias!
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