O processo criativo começa com uma sensação familiar: a busca por algo indefinido. A tela em branco. O silêncio que precede a inspiração.
O processo criativo começa com uma sensação familiar: a busca por algo indefinido. A tela em branco. O silêncio que precede a inspiração.
Só há uma forma de fechar o ano no blog da Softway: escrever sobre aquilo que verdadeiramente transformou a forma como criamos, pensamos e entregamos valor todos os dias. O tema que mais impacto trouxe ao nosso trabalho, que marcou as nossas conversas internas, influenciou propostas e reconfigurou expectativas, tanto nossas como dos nossos clientes.
A experiência do utilizador é moldada pela forma como cada elemento visual, cada interação e cada decisão de design influenciam a perceção e compreensão da interface. As interfaces gráficas não se limitam a executar tarefas e/ou funções operativas, sendo o meio para os utilizadores explorarem, processarem e assimilarem informação através de processos cognitivos e emocionais (Van Gorp & Adams, 2012).
Eis a (grande) questão! Num mundo cada vez mais digital, ter um site deixou de ser propriamente uma opção e passou a ser uma necessidade.
Skeuomorphism. A palavra soa a termo utilizado para descrever uma doença dermatológica ou a um feitiço obscuro saído diretamente de uma aula de Defence Against the Dark Arts em Hogwards. No entanto, trata-se de um termo técnico que, na verdade, se prende a um conceito profundamente humano: o desejo ou impulso de fazer com que o digital seja sentido de forma física, real, quase palpável.
Criar é trazer à existência algo que não existia antes. O ato criativo é inerente ao ser humano. A cada instante, estamos imersos numa matéria indiferenciada, da qual os nossos sentidos recolhem fragmentos de informação (Rubin, 2023).
Quando se fala em otimização para motores de busca (SEO), surge rapidamente uma pergunta que divide opiniões: afinal, o que é mais importante, o SEO Técnico ou o SEO de Conteúdo?
“Content is king.” Já ouvimos esta frase tantas vezes que soa quase a cliché. Mas em 2025, com artigos gerados por Inteligência Artificial a invadir a internet, estratégias de SEO a correr atrás das mesmas palavras-chave, e uma avalanche de blogs a repetir as mesmas dicas, tendências e “guias em 10 passos”, surge uma pergunta inevitável: se o conteúdo é rei, porque é que tudo soa ao mesmo?
No panorama digital dos dias de hoje, há um formato que continua a destacar-se e a liderar: o vídeo. Desde barras de topo com vídeos de conceito, demonstrações de produtos a vídeos institucionais, os websites (e não só) estão cada vez mais centrados no formato vídeo.
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