A ideia para o blog desta semana começou num sítio improvável: uma loja de design de interiores, para os nossos leitores mais curiosos: é aquela que começa e acaba em "a".
A ideia para o blog desta semana começou num sítio improvável: uma loja de design de interiores, para os nossos leitores mais curiosos: é aquela que começa e acaba em "a".
Durante quase duas décadas, o objetivo foi chegar ao topo do Google. As regras mudaram, e a maioria das marcas ainda joga o jogo antigo.
Há a versão do seu website que as pessoas veem. E há uma segunda, invisível, que decide se a sua marca existe para a Inteligência Artificial.
Se perguntarmos a qualquer designer gráfico, qual a sua ferramenta de trabalho de eleição, a probabilidade de responderem que é o Claude é praticamente nula.
Imagine abrir um website e não conseguir perceber nada. Os botões são demasiado pequenos. O contraste torna o texto quase invisível. Não há forma de navegar sem rato e não consegue usar um.
Desde assistentes de código que aceleram a escrita de funcionalidades, até algoritmos capazes de personalizar experiências em tempo real, a IA está a redefinir a forma como construímos, testamos e otimizamos.
Todos os anos criamos um momento para parar. Parar para refletir. Parar para alinhar. Parar para olhar para o que fizemos e, sobretudo, para onde queremos ir.
É muito provável que o volume bruto de visitas aos websites diminua a partir de 2026. Mas isso não deve ser encarado como um problema. Pelo contrário, é um sinal de maturidade e eficiência do ecossistema digital. A natureza da visita a um website está a mudar profundamente. Já não estamos na era da navegação por descoberta, entrámos na era da visita de validação.
A otimização AI-Ready é apenas uma atualização técnica de website? Se os meus concorrentes ainda não avançaram, faz sentido esperar?
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