Há uma cena que se repete com inquietante frequência em qualquer agência. O cliente entra numa reunião, abre o portátil, aponta para o site de um concorrente e diz: "Queremos um assim, mas melhor." Ou, em variantes igualmente populares para sites já no ar: "Queremos mudar a cor, está a ficar antigo", "Vamos acrescentar um botão aqui", "Vamos tirar esta página".
Se tudo é gerado por IA, o que é que ainda é original?
A reflexão sobre a criatividade e originalidade na era da inteligência artificial generativa, convida-nos a revisitar algumas das principais discussões da teoria da arte no século XX.