Durante quase duas décadas, o objetivo foi chegar ao topo do Google. As regras mudaram, e a maioria das marcas ainda joga o jogo antigo.
Durante quase duas décadas, o objetivo foi chegar ao topo do Google. As regras mudaram, e a maioria das marcas ainda joga o jogo antigo.
Quando um site é lento, o primeiro instinto é olhar para o que está à nossa frente: imagens pesadas, JavaScript a mais, tipos de letra que demoram a aparecer... mas há uma parte da história que fica quase sempre de fora, a que acontece no servidor, ainda antes mesmo de o browser desenhar o que quer que seja.
A reflexão sobre a criatividade e originalidade na era da inteligência artificial generativa, convida-nos a revisitar algumas das principais discussões da teoria da arte no século XX.
Se perguntarmos a qualquer designer gráfico, qual a sua ferramenta de trabalho de eleição, a probabilidade de responderem que é o Claude é praticamente nula.
Correndo o risco de cair num lugar comum, parece-me evidente que vivemos numa era em que tudo compete por atenção. Tem-se tornado cada vez mais desafiante distinguir o que realmente merece ser ouvido num universo em que todos parecem ter uma plataforma e um megafone.
Só há uma forma de fechar o ano no blog da Softway: escrever sobre aquilo que verdadeiramente transformou a forma como criamos, pensamos e entregamos valor todos os dias. O tema que mais impacto trouxe ao nosso trabalho, que marcou as nossas conversas internas, influenciou propostas e reconfigurou expectativas, tanto nossas como dos nossos clientes.
Desenvolver um bom website começa muito antes de escrever a primeira linha de código ou escolher o design ideal. O primeiro passo é o briefing - o momento em que se reúnem todas as informações essenciais sobre o projeto.
A experiência do utilizador é moldada pela forma como cada elemento visual, cada interação e cada decisão de design influenciam a perceção e compreensão da interface. As interfaces gráficas não se limitam a executar tarefas e/ou funções operativas, sendo o meio para os utilizadores explorarem, processarem e assimilarem informação através de processos cognitivos e emocionais (Van Gorp & Adams, 2012).
Eis a (grande) questão! Num mundo cada vez mais digital, ter um site deixou de ser propriamente uma opção e passou a ser uma necessidade.
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