A reflexão sobre a criatividade e originalidade na era da inteligência artificial generativa, convida-nos a revisitar algumas das principais discussões da teoria da arte no século XX.
A reflexão sobre a criatividade e originalidade na era da inteligência artificial generativa, convida-nos a revisitar algumas das principais discussões da teoria da arte no século XX.
Há uma cena que se repete com inquietante frequência em qualquer agência. O cliente entra numa reunião, abre o portátil, aponta para o site de um concorrente e diz: "Queremos um assim, mas melhor." Ou, em variantes igualmente populares para sites já no ar: "Queremos mudar a cor, está a ficar antigo", "Vamos acrescentar um botão aqui", "Vamos tirar esta página".
Se perguntarmos a qualquer designer gráfico, qual a sua ferramenta de trabalho de eleição, a probabilidade de responderem que é o Claude é praticamente nula.
O comportamento humano é programável - só é necessário conhecer o código. (Combs & Brown, 2018)
O processo criativo começa com uma sensação familiar: a busca por algo indefinido. A tela em branco. O silêncio que precede a inspiração.
Desenvolver um bom website começa muito antes de escrever a primeira linha de código ou escolher o design ideal. O primeiro passo é o briefing - o momento em que se reúnem todas as informações essenciais sobre o projeto.
A experiência do utilizador é moldada pela forma como cada elemento visual, cada interação e cada decisão de design influenciam a perceção e compreensão da interface. As interfaces gráficas não se limitam a executar tarefas e/ou funções operativas, sendo o meio para os utilizadores explorarem, processarem e assimilarem informação através de processos cognitivos e emocionais (Van Gorp & Adams, 2012).
Eis a (grande) questão! Num mundo cada vez mais digital, ter um site deixou de ser propriamente uma opção e passou a ser uma necessidade.
Skeuomorphism. A palavra soa a termo utilizado para descrever uma doença dermatológica ou a um feitiço obscuro saído diretamente de uma aula de Defence Against the Dark Arts em Hogwards. No entanto, trata-se de um termo técnico que, na verdade, se prende a um conceito profundamente humano: o desejo ou impulso de fazer com que o digital seja sentido de forma física, real, quase palpável.
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